domingo, 11 de novembro de 2007
sábado, 3 de novembro de 2007
No QG Pedagógico da Lú Sobotyk
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Feira do Livro

O Lu e eu fomos até a Feira do Livro. Como sempre, ficamos um tempão na área infantil. Aproveitei e aumentei mais o meu acervo para contação de histórias na escola e, futuramente, no hospital. Reencontrei uma pessoa que foi minha colega na SMED por muitos anos: Evinha.
Os livros que vieram aqui para casa: Grúfalo, O filho do Grúfalo, Vacas não voam, A galinha Xadrez; todos da Editora Brinque Book.
Também comprei Não Confunda, da Eva Furnari; A almofada que não dava tchau, de Celso Guttfreind. Pra encerrar, "A menina que roubava livros" e "Quando Nietzche chorou".

segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Formação no Hospital Santo Antônio
Agenda
1. Sensibilização – Equipe Viva e Deixe Viver
22/09 às 14h
24/09 às 19h
2. Mestre do Tempo – Denis Escudero + preencher questionário
01/10 às 19h30min
3. Pensamento Positivo – Organização Brahma Kumaris
08/10 às 19h30min
4. O que é ser voluntário – Flávia Pimentel
15/10 às 19h30min
5. Ambientação Hospitalar – Controle de infecções e Serviço de Psicologia
Raquel Bauer e Juliana Potter
22/10 às 19h30min
6. A arte da contação de histórias para crianças hospitalizadas – Naraiana Nunes
29/10 às 19h30min
7. Aprendendo a perder – Equipe de Psicologia
05/11 às 19h30min - A confirmar
8. Vivência Prática – Voluntários Viva
Todo mês de novembro - Cronograma a ser definido
9. Formatura
A confirmar
domingo, 28 de outubro de 2007
Expresso25
Da Guedes, Bidê ou Balde, Nenhum de Nós são alguns dos conjuntos e bandas conhecidos de nossa cidade. Talvez, Engenheiros do Hawai e, atualmente, Papas da Língua sejam os grupos gaúchos de maior expressão nacional, através da mídia televisiva.
Lá no Bairro Restinga existe uma moça chamada Tânia. Viúva, com um filho pequeno, mora com os pais. É educadora de uma creche e responsável pelo coral da Igreja Nossa Senhora da Misericórdia: Os canarinhos da Restinga. Na creche em que trabalha, também é responsável por mais vozes infantis. Tânia tem “vozeirão” de encher capela e deixar o coração da platéia mais alegre.
Fazer um levantamento musical (bem singelo, eu diria) de nossa cidade, no meu caso, passa muito próximo das vozes quase anônimas, mas reunidas pela mesma paixão. Passa pelo canto coral, do qual fiz parte durante alguns anos. Passa bem pertinho da moradora da Restinga chamada Tânia, que faz sucesso nas missas e nos festivais de coros religiosos.
Optei por relembrar de um grupo que conheci nos Festivais de Coros como Coral 25 de Julho.
Esse coral, criado em 1964, tinha como base musical as músicas alemãs e como finalidade preservar a cultura germânica através do canto. Em 1997, sob nova regência do maestro Paulo Trindade, o grupo optou por outro caminho, envolvendo a mpb e “uma nova expressão cênica e estética visual do canto coral”, com instrumentos e percussão.
Atualmente com 45 vozes, o Expresso 25 (nome atual) tem 4 cds gravados, recebeu o Prêmio Açorianos na categoria Melhor Intérprete MPB, realizou sete turnês pela Europa e ministra diversas oficinas com artistas de renome como Guinga, Marcelo Delacroix, Arthur de Faria, Marcos Leite, entre outros.
Ensaiam na sede do Centro Cultural 25 de julho, localizada na rua Germano Peterson Júnior, em POA.
Contando histórias na "Província de Shiga"
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Ponto.
-Acordo fora de mim
como há tempos não fazia.
Acordo claro, de todo,
acordo com toda a vida,
com todos cinco sentidos
e sobretudo com a vista
que dentro dessa prisão
para mim não existia.
- Acordo fora de mim:
como fora nada eu via,
ficava dentro de mim
como vida apodrecida.
Acordar não é ter saída.
Acordar é reacordar-se
ao que em nosso em redor gira.
João Cabral de Melo Neto 1920 - 1999
in Auto do Frade - fragmento
Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1984
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Um pouco da gente...
RELATO DE TRABALHO REALIZADO COM A TURMA CT3, A PARTIR DA RELEITURA, REALIZADA PELA PROFESSORA, DA OBRA AS MENINAS, DE VELÁSQUEZ
Contextualizando
Meus alunos têm idades entre 15 e 21 anos. Todos são portadores de Transtornos Globais de Desenvolvimento. (autismo ou psicose associados a outras síndromes e/ou deficiências). De todo o grupo, apenas uma das adolescentes consegue se expressar através da fala, utilizando pequenas frases.
A utilização de roupas, fantasias, acessórios e espelho em sala de aula é atividade comum para o grupo. Divertem-se ao se olhar no espelho. Do grupo, duas alunas têm autonomia para escolher suas fantasias, colocá-las com relativa facilidade e compreender a proposta de uma brincadeira dramatizada. Os outros alunos necessitam de auxílio para colocar as roupas e realizar alguma proposta a partir desta ação. Entretanto, o grupo mantém a unanimidade no que se refere a fotos. Reconhecem a máquina fotográfica e a associam a “fazer poses”, sorrir, mostrar objetos. No livrão da turma, observam com atenção e satisfação as fotos tiradas pelas professoras, que revelam momentos da rotina na escola e passeios realizados..
A proposta
A partir de duas fotos tiradas frente ao espelho, pensei em reunir dois momentos que a turma aprecia: a produção através das roupas de teatro e a produção para as “poses para as fotos”. Desta vez, procuraria envolver as famílias convidando-as a participar de uma sessão de fotos.
Levei para a sala algumas reproduções de obras de pintores conhecidos (Pinacoteca Caras), dentre eles, Velásquez com sua “As meninas”. Na roda, oportunizamos minha colega e eu, que manuseassem o material. Uma das adolescentes chamou a atenção do grupo ao comentar, apontando para “As meninas”: vai casar, ela vai casar. (importante registrar que esta aluna tem fixação por casamentos e tudo relacionado ao mesmo...).
Com uma moldura trazida por uma colega iniciamos o que chamamos de “construção de quadros fora de esquadro”. Brincávamos com as roupas de Teatro e acessórios e montávamos a nossa obra.
Aqui, vale salientar o quanto essa atividade, iniciada timidamente, cresceu. Escolher as roupas, partilhar com os colegas, observar as reproduções que ficaram expostas na sala por alguns dias, receber sua família e, com ela, “entrar no quadro”, trouxe muito prazer para todos os envolvidos.
Novamente, cabe ressaltar outra questão: uma vez por semana, enquanto nossos alunos estão em aulas especializadas reúno as mães que aguardam seus filhos no pátio externo da escola e faço um momento de contação de histórias. Conto histórias, conversamos sobre as mesmas, rimos... Começo a vislumbrar outras possibilidades com este grupo, utilizando algumas reproduções que possuo. Posteriormente, este trabalho será registrado no webfólio.
Retomando aos “quadros fora de esquadro”: colocamos este nome porque sabíamos que a moldura traria algum estranhamento da parte de alguns alunos e que, certamente, outros não se “enquadrariam” na mesma. Estávamos certas. Como exemplo, há a foto em que apareço com uma coroa cor de laranja, na cabeça. Colocar a coroa e ficar na moldura foi a única solução para que um dos alunos se aproximasse. Na verdade, seu objetivo era resgatar o objeto preferido. (o que conseguiu fazer, não sem antes, puxar o tecido do fundo, derrubar alguns objetos e tentar empurrar-me para que eu também me afastasse. Tudo, dentro da nossa normalidade...).
As evidências
Esta proposta apenas inicia, pois percebo a grande possibilidade de trabalhar, a partir da releitura de Velásquez, de forma interdisciplinar unindo Artes, Teatro, Literatura e Música.
Neste momento, toda a equipe de professores e funcionários da escola também participou do quadro, indo até nossa sala, se produzindo e posando para as fotos. Durante este mês estaremos realizando uma exposição de todas as fotos produzidas e das reproduções utilizadas. Estaremos ainda visitando a Bienal e registrando nossas impressões.
A participação e alegria das famílias é um destaque. Cabe aqui salientar que, sem ter visto a foto que a filha tirara, uma das mães se produziu de forma quase que idêntica à da filha, destacando uma figura que indicava, segundo ela, uma noiva.
domingo, 7 de outubro de 2007
Prazeres e mudanças
O espelho é peça fundamental em nossa sala de aula. Achei interessante a imagem retratada: a fotógrafa e o fotografado ambos sendo personagens principais e secundários do cenário que se reflete.
Outra coisa que temos, minha colega Sílvia e eu, observado é como o "retratar" já é rotina para nosso grupo. Fotografar e filmar os vários momentos já é parte do trabalho e da vivência de todos nós.
Do ano ano passado até agora , noto uma grande diferença: em 2006, na escola, quando falava em blog, postagens e no que poderíamos fazer com os alunos, a maior parte do grupo se interessava inicialmente, mas não se dispunha a saber mais ou participar.Hoje, temos o blog da escola que é visitado por professores, alunos (turma Ct1) , familiares e pessoas interessadas. Minhas colegas pedem muitas vezes " Bia, tira foto pro nosso blog!" As turmas do terceiro ciclo vão até a Informática e visualizam os blogs. Uma de minhas colegas pediu minha ajuda para criar o seu blog. " Assim, Bia, vou ensinar o grupo. Nossa turma vai ter um blog." Depois dos JOMEEX, alguns familiares vieram falar comigo pedindo orientações para, na escola, "acharem o blog" no computador. Começo a perceber que, de mansinho, todas as minhas colegas do turno da tarde principalmente, pensam em "Ah, isso podemos registrar no nosso blog"... Pois é...o que era, no passado, meu...agora começa a ser de todos. Tudo tem seu tempo, sua hora, sua duração. Valeu esperar, não insistir, mas acompanhar a mudança... Outras propostas estão pra chegar... Algo que acho bem interessante salientar é que uma das assessoras responsáveis pela criação do site das escolas municipais, ao visualizar o nosso blog entrou em contato comigo. A partir daí, estamos fazendo uma parceria com o site e blog da escola. As fotos selecionadas para este slide tiveram como critério de escolha a relação com o lúdico, a literatura, com artes, com a alegria e o prazer .

domingo, 30 de setembro de 2007
Contando histórias


sábado, 29 de setembro de 2007
Alegrias


sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Salto alto, salada de frutas ou tin, tin, gordinhas!

Se eu pensar sob a ótica da "salada de frutas", devo mencionar um comercial a que assisti esses dias. Com o objetivo de alertar familiares e público em geral sobre a anorexia, trazia uma adolescente se olhando no espelho. E, lógico, a visão de uma pessoa anoréxica é bem distorcida. Fiquei pensando nisso. Fiquei pensando a meu respeito . Estou do outro lado do espelho, posso assim dizer. Faço parte das gordinhas, das gordas, das obesas, das fofinhas. Não deixo de ser um extremo, bem sei...
Ainda na "Salada de Frutas" preciso contar que, há muitos anos, eu e uma colega fomos a um Centro de Controle da Obesidade muito conhecido em POA.
Ao sermos entrevistadas pela médica responsável, ficamos bem impressionadas. Ela dizia "queridas, é preciso entender e aceitar que obesidade é uma doença...portanto vocês estão doentes. Muito doentes! Mas existe salvação..."
Minha amiga prestou atenção na mensagem enviada. Eu, prestei atenção nos detalhes: a carga de dramaticidade que a médica usou me fez morder os lábios rapidamente. Meu Deus, eu ia rir!
Ela continuava de forma enfática, nos fazendo perguntas e nos diagnosticando: "sem namorado atualmente? Ah...sei... , pais separados...hum, hum... não gosta de legumes... NÃO GOSTA MESMO??? Gosta de ler, que bom... fica lendo em casa e não caminha, não é?"
Maximira já começava a se aproximar da deprê, "encaídando" os olhos e mexendo rapidamente as mãos sobre o colo. Eu, caso perdido, ouvia (deixara estampada em meu rosto uma fisionomia de interesse e concordância) e fazia o que mais me agradava: especulava.
E entre tantas coisas, pensei que aquela médica poderia ser, também, uma atriz. Mais tarde, notei seu sapato com saltinho fino. Gostei daquele sapato.... (Gordinha como eu estava, conseguiria equilibrar-me por muito tempo em um salto daqueles?)
A entrevista foi se encaminhando para o final quando ouvimos o preço do pacote: nossa! Certo, faríamos uma semana intensiva em um hotel spa, da serra gaúcha. Sem contar os exames, as caminhadas orientadas já em Porto Alegre...
No mesmo momento, internamente, Maxi e eu fazíamos cálculos: ela calculava todas as possibilidades existentes para conseguir aquele valor. Eu, calculava de que forma iria encerrar a entrevista deixando uma frase tipo "entraremos em contato. Obrigada." Despedimo-nos da médica com elogios ao programa e falso indicativo de que voltaríamos.
Na frente do casarão nos olhamos e começamos a rir. Maxi propôs: "Vamos comer uma pizza?" "Claro!"
Maxi e eu trabalhávamos na mesma escola particular. Ela se apaixonou por um de nossos colegas. Ele era apaixonado pelo seu trabalho. Maxi achou que o fato de ser gordinha ( muito menos do que eu!) era o fator determinante no seu fracasso amoroso. E, escondida de todos, começou a tomar inibidores de apetite.
Eu saí da escola e não mais a vi . Anos depois, fiquei sabendo que ela falecera. Ao visitar seus pais tive a noção exata e tardia de como era a angustia de Maxi: ela falecera por excesso de remédios. Tivera uma overdose.
Eu tinha esquecido de tudo isso. Mas hoje, ao acordar sem a tosse característica da coqueluche que me "visitou", senti-me, desde o momento em que coloquei os pés no chão, poderosa! Sim, "acordei de salto alto"! Nada me abalará! Vou ler e enviar meus e-mails, fazer as atividades necessárias no Rooda, ouvir música, conversar com alguma das Mosqueteiras, passear com o Lu, brincar com a turma canina...sei lá! Eu me olhei no espelho e gostei do que vi, bem mais do que em outros dias.
Sei, uma gordurinha aqui, outra ali...outra lá...outra acolá... outra escondida, outra perdida, outra apertada, outra recém encontrada... quase todas não desejadas... Preciso emagrecer por uma questão de saúde, principalmente. Acho que em breve, depois de comer uma pizza, vou começar mais um regime...Quem sabe?Mas não serei uma escrava da balança, sou muito preguiçosa para isso.
Você, que está me lendo... Qual é o seu time? Seja qual for, saúde! Vamos saudar os magrinhos, os gordinhos, os altos, os baixos, os mancos, os quietos, os falantes... Não esqueçamos que os excessos fazem mal... Mas não deixemos de nos amar! E falando nisso, encontrei essa gordinha maravilhosa em minhas andanças virtuais: Jennifer Larmore!
Tin-tin! Saúde!
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Comentário nacional
Muitos comentários, notícias e discussões sobre o filme Tropa de Elite. A discussão nacional procede e vale a pena conferir. 
O filme é baseado no livro "Elite da Tropa".
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Pavarotti e "Mãe de Deus"
Saí de casa com uma certa resistência: por mais incrível que pareça, naquele momento, eu pensava que estava em dívida com Pavarotti. Sentia necessidade de escrever algo em meu blog, sobre ele, sobre sua partida... afinal, no mês anterior , diariamente , sua voz ao cantar Nessum Dorma, tocava fundo nas ondas agitadas que se tornava a mente de um de meus alunos. Ouvindo-o, o adolescente se acalmava, relaxava, parava de gritar e tentar machucar a si e aos que estavam próximos. Como não falar em Pavarotti?segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Para Chaine...
Chaine, acho que ias gostar deste filme, sabe...
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Olha só: concordo plenamente com este texto. Acredito, inclusive, que muitos de nós, ainda agimos ingenuamente em relação à Internet.ORKUT!!!!! Opinião - Opinião Marco André Vizzortti
O ORKUT apareceu como uma forma de contatar amigos, saber notícias de quem está distante e mandar recados. Hoje está sendo utilizado com o propósito de, creio ser o seu maior trunfo, obter informações sobre uma classe privilegiada da população brasileira. Por que será que só no Brasil teve a repercussão que teve? Outras culturas hesitam em participar sua vida e dados de intimidade,de forma tão irresponsável e leviana. Por acaso você já recebeu um telefonema que informava que seus filhos estavam sendo seqüestrados? Sua mãe idosa já foi seguida por uma quadrilha de malandros? Já te abordaram num barzinho, dizendo que te conheciam faz tempo? Já foi a festas armadas para reencontrar os amigos de 30 anos atrás e não viu ninguém? Pois é. Ta tudo lá. No ORKUT. Com cinco minutos de navegação eu sei que você tem dois filhos, tem um namorado, estuda no colégio tal, freqüenta cinemas. E o melhor de tudo, com uma foto na mão, identifico seu rosto em meio a multidões, na porta do seu trabalho, no meio da rua. Afinal, já sei onde você está. É só ler os seus recadinhos. Faço um pedido: Quem quiser se expor assim, faça-o de forma consciente e depois não lamente, nem se desespere, caso seja vítima de uma armação. Mas poupe seus filhos, poupe sua vida Íntima. O bandido te ligou pra te extorquir dinheiro também porque você deixou. A foto dos meninos estava lá. Teu local de trabalho tava lá. A foto do hotel 5 estrelas na praia tava lá. A foto da moto que está na garagem estava lá. Realmente somos um povo muito inocente e deslumbrado. Por enquanto, temos ouvido falar de ameaças a crianças e idosos. Até que um dia a ameaça será fato real. Tarde demais. Se você me entendeu, ótimo! Reveja sua participação no ORKUT, ou ao menos suprima as fotos e imagens de seus filhos menores e parentes que não merecem passar por situações de risco que você os coloca. Se acha que não tenho razão, deve se achar invulnerável. Informo que pessoas muito próximas a mim e queridas já passaram por dramas gratuitos, sem perceber que tinham sido vítimas da própria imprudência. A falta de malícia para a vida nos induz a correr riscos desnecessários. Não só de Orkut vive a maioria dos internautas. Temos uma infinidade de portas abertas e que por um descuido colocamos uma informação que pode nos prejudicar. Não conhecemos a pessoa ou as pessoas que estão do outro lado da rede. O papo pode ser muito bom, legal. Mas disponibilizar informações a nosso respeito pode se tornar perigoso ou desagradável. Portanto, cuidado ao colocar certas informações na Internet.
Marco André Vizzortti é professor de informática da USP. Esse texto está circulando pela Internet...
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
domingo, 12 de agosto de 2007
Ninguém durma
Que ninguém durma!
Que ninguém durma!
Você também, ó Princesa
Em seu quarto frio, olhe as estrelas
Tremendo de amor e de esperança
Mas meu mistério está fechado em mim
O meu nome ninguém saberá
Não, não, só o direi na sua boca
Quando a luz brilhar
E o meu beijo quebrará
O silêncio que te faz minha[Coro]
O seu nome ninguém saberá
E nós teremos, oh!, que morrer, morrer
Parta, oh noite
Esvaneçam, estrelas
Esvaneçam, estrelas
Ao amanhecer eu vencerei!
Vencerei! Vencerei!
Esta é a tradução de uma música que muito tem auxiliado um de meus alunos. Há quase quinze dias ele chega na escola muito mal, agredindo sua mãe e colegas da Kombi que o traz. Já em sala de aula, por vezes, precisa ser contido por minha colega, tutores e por mim. Nestes momentos, enquanto contemos o menino para que não se machuque e nem a outras pessoas, é esta voz e esta música que prende sua atenção. Ouvindo-a, relaxa, pára de gritar e tentar se morder e fica em silêncio... minutos depois, mais calmo, já circula pelo espaço, batendo palmas e chegando o mais próximo possível do aparelho de som. Reconhece o nome Luciano que, por várias vezes eu cito, lembrando-o de quem canta a música. Impossível deixar de postar a música e a voz de quem tem me acompanhado diariamente e acalmado um turbulento coração: Pavarotti canta Nessum Dorma.
Se eu fosse...

Não tenho filhos mas, com certeza, faço o que me cabe... Fico pensando em quantos de nós sabem e procuram trabalhar para que nossos alunos sejam tudo o que eu coloquei acima. Tá certo, não somos os responsáveis por tudo...mas podemos fazer a nossa parte, não é?
sexta-feira, 27 de julho de 2007
Por enquanto...

27/07 a 09/08
Se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro!
"O período que vai de 27/07 até 09/08 envolve a passagem do planeta Mercúrio pela oitava casa do seu mapa de nascimento, Maria. Esta é uma fase em que você aprende de fato que se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro. É um momento em que é mais conveniente manter-se numa posição recolhida, observando e mantendo-se numa quietude estratégica, avaliando o meio em torno de si e as circunstâncias. A observação é seu melhor aliado neste período."
domingo, 8 de julho de 2007
"Anice, olha o músico!"
Hanss Eisler
Anice, nossa tutora, em seu blog, faz a pergunta "a música influencia a vida das pessoas?" Se influencia? Que tal olhar mais uma vez o vídeo acima? Perceber, enxergar as expressões da platéia, testemunhar a paixão que o músico tem pela Música que produz...
Como gosto muito de Piazzolla, fui buscar alguns de seus vídeos. Aí, encontrei outro músico fantástico que esteve há poucas semanas no Brasil: Yo Yo Ma. Li uma reportagem sobre ele e o que se destacava, além de seu talento, era a sua simplicidade. Em um meio onde muitos egos são inflamados, Yo Yo Ma é reconhecido por tocar com vários e diferentes parceiros não se incomodando em deixar seu lugar-solo para acompanhar outros talentos. Descobrindo Yo Yo Ma, revi Bobby McFerrin...
Mas, retornando ao princípio... A música exerce um poder muito interessante em minha vida. Ouvindo Música relembro de fatos do meu passado, organizo meu presente e planejo algumas coisas do futuro. Se estou triste mas falta chorar, pronto! Coloco uma música, choro baldes de lágrimas, esvazio todos, seco o rosto e sigo em frente. Se estou muito feliz e quero continuar mais um tempo...outra música. Gosto muito de escrever ouvindo algum som, geralmente alguma música instrumental. Através da Música uma de minhas alunas, autista, abre algumas de suas janelas interiores e interage conosco. A Música tranquiliza muitos de nossos alunos e se torna elemento de ligação entre muitos. Foi ao ouvir, em uma ligação de tele-amigos, uma voz cantando Lulu Santos e tocando violão, que conheci essa "figura", que é o Lu. (meu marido, que também é músico.)
A Música é quase uma personagem em minha vida. Momentos muito especiais, nem sempre felizes, foram acompanhados por uma trilha sonora.
Temos falado muito em infâncias, memórias... fico satisfeita ao perceber como tudo está entrelaçado.
Observando atentamente alguns dos vídeos que já postei revejo a mesma paixão, os olhares de cumplicidade, a satisfação em estarem produzindo algo tão belo. Ana Carolina, em uma de suas entrevistas na GNT, comenta que nada lhe dá tanto prazer quanto o momento em que está no palco, cantando e recebendo a energia de quem a acompanha e da platéia que a assiste. E o Hanss Eisler e a "consolação do desesperado", então?
Quando assisto a um vídeo de um concerto fixo minha atenção no maestro observando seus gestos, acompanhando a leveza de movimentos e o vigor com que rege. Testemunho a sua ligação com todos os músicos, com todos os instrumentos da orquestra. Por um tempo fugaz aquela criatura se transforma, cede sua identidade para algo maior. Seu corpo é o instrumento referência de todos que ali estão. E ele toca uma música belíssima...
E vcs? Quais as referências musicais que guardam na Memória? Que tal darmos uma "forcinha" para a Anice e escrevermos para ela, contando alguma coisa? Topam esse...desafio pedagógico? Pra encerrar... YO YO MA e BOBBY MCFERRIN!
sábado, 7 de julho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
sábado, 23 de junho de 2007
O taxista, o sapateiro, o músico, o professor ou Paixão e Superação
Esse cara , ao lado, foi quem, se não me engano em 1985, sugeriu que seus alunos assistissem ao filme Cabra Marcado para Morrer. Eu fazia parte daquela turma. Também foi através dele que tive o contato com o livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas. Luis Augusto Fischer é um Professor. Responsável, naquela época, pela disciplina Composição Literária, na Faculdade de Letras falava aos seus alunos demonstrando imensurável paixão pelo seu ofício. Não terminei a faculdade de Letras mas, recordo com carinho, das discussões em sala de aula, das sugestões para que nossos textos se qualificassem...
Pretendo alinhavar minhas lembranças e reflexões sobre o presente, através destas personagens/pessoas: professor, taxista, sapateiro e o músico. Por hora, é só.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Memória e Infâncias
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Finalmente!!!
Puxa! Que trabalhão! Desde anteontem, Daiane e eu tentávamos colocar este vídeo em meu blog e não conseguíamos! Não sei que mistérios aconteceram de anteontem para hoje mas, o fato é que consegui colar , facilmente, agora.
Quero escrever bem mais mas...por hora deixo um beijo de agradecimento para a Daiane e outro para a Íris, pois tenho a certeza de que ela, depois de meu relato na aula presencial, está pesquisando para descobrir o que aconteceu. Beijos. Por enquanto ouçam essa lindeza!!!
sábado, 16 de junho de 2007
domingo, 3 de junho de 2007
Marcelo, Vera, Faísca o porquinho Babe e os analfabetos de coração
Eu simplesmente adorava a minha primeira série, meus colegas e a minha "Cartilha Marcelo, Vera e Faísca"! Aguardava com ansiedade o momento de desenhar e pintar a próxima página com novas aventuras dos três. Fui alfabetizada pelo método global e gostei muito.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
"Freud explica..."
Na
realidade, Bea chamava a atenção, parece-me, de algumas de nós que estaríamos utilizando a expressão para tentar justificar motivos de atrasos... (não me recordo bem, infelizmente não estou mais com o e-mail)Fiquei pensando nesta disciplina e em quanto o seu conteúdo tem nos absorvido. É inegavel que Freud, através de Luciane, Maura e Fernanda, tem povoado nossos pensamentos, ações e reflexões. "Ponto para as responsáveis por isso". Desde o início da Disciplina achei o volume da textos assustador. Mas acredito ser necessário colocar outras questões. Temos pouco tempo para a Disciplina pois, atendendo a uma solicitação nossa, o Curso disponibilizou três disciplinas inicialmente e, após o encerramento de Alfabetização e Psicologia, mais duas. De início, adorei a idéia. Atualmente, reformulo minha opinião: acredito que seria bem melhor termos mais tempo, mesmo com cinco disciplinas, para realizarmos as leituras, nos apropriarmos do conteúdo e executarmos as tarefas. Mas o interessante é que, mesmo nesta correria, tenho muito prazer com o que leio e, embora resmungando algumas vezes, acho as propostas de atividades bem planejadas e muito focadas no objetivo de fazer com que o grupo reflita e relacione com sua prática.
Outro fator que, certamente, faz a diferença é o retorno quase que imediato de professora e tutoras demonstrando "sintonia", atenção e paixão pelo que fazem.
Estive, por um período mais cansada, mais gripada, mais afastada, mais entediada e...mais chata! argh! Mas isso não se deve a esta ou àquela disciplina e sim, a um somatório de questões. Vou achar legal muitas coisas, reclamar de outras mas...vou em frente. Com ajuda de colegas, amigas, professoras, tutoras, marido, gato, cachorro e papagaio....
Ah, e falando em "Freud explica" tenho relembrado dos meus tempos de assessoria e de encontros com algumas lideranças comunitárias, com creches de bairros, relações, finalidades da Educação, pessoas bem-intencionadas e pessoas equivocadas... Tenho relembrado bastante. Mas isso é outro assunto...
domingo, 20 de maio de 2007
Bruna e Carol
Em minhas "andanças" pelo Youtube encontrei algumas músicas do Grupo Palavra Cantada. Eles estiveram, no ano passado, na Reitoria da Ufrgs. Meus alunos e eu fomos assistir e adoramos.
Ouvindo novamente e assistindo ao vídeo lembrei de duas amiguinhas: Bruna e Carol. Bruna, com toda a graça do imaginário infantil, pensa que eu moro no computador de sua casa pois, fala comigo pelo Skype e observa atentamente as conversas que eu e sua mãe temos, noites afora.
Já a Carol, sabe que o computador é o nosso meio e utiliza o Skype e e-mails com segurança. Também conversamos pelo bate-papo. Carol acompanha os progressos de sua mãe e fica feliz de participar, de alguma forma.
Duas meninas, idades diferentes e ambas muito queridas. Quando suas mães estiverem se formando, com certeza, as duas de certa forma, também estarão.
Mimosas! Beijocas!
terça-feira, 15 de maio de 2007
Cansada...

domingo, 6 de maio de 2007
Só mais essa...
Putz... seria uma simples febre ou... Já posso considerar como Síndrome de Youtube? De qualquer forma, acho liiiiindo!
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Minha semana termina e começa aqui!
Na verdade, foi um período atípico. Já acordava cansada, sentindo a falta de horas de sono e de tempos mais amenos. Uma semana corrida, onde fiquei muito atrelada a prazos, leituras, relógio. Não que isso quarta-feira, 2 de maio de 2007
Cansaço e correria
domingo, 29 de abril de 2007
sábado, 21 de abril de 2007
Pbwiki
domingo, 8 de abril de 2007
AQUELA PERNA DO ANDY GARCIA OU ENCOURAÇADO POTENKIN
























