quinta-feira, 21 de junho de 2007
Memória e Infâncias
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Finalmente!!!
Puxa! Que trabalhão! Desde anteontem, Daiane e eu tentávamos colocar este vídeo em meu blog e não conseguíamos! Não sei que mistérios aconteceram de anteontem para hoje mas, o fato é que consegui colar , facilmente, agora.
Quero escrever bem mais mas...por hora deixo um beijo de agradecimento para a Daiane e outro para a Íris, pois tenho a certeza de que ela, depois de meu relato na aula presencial, está pesquisando para descobrir o que aconteceu. Beijos. Por enquanto ouçam essa lindeza!!!
sábado, 16 de junho de 2007
domingo, 3 de junho de 2007
Marcelo, Vera, Faísca o porquinho Babe e os analfabetos de coração
Eu simplesmente adorava a minha primeira série, meus colegas e a minha "Cartilha Marcelo, Vera e Faísca"! Aguardava com ansiedade o momento de desenhar e pintar a próxima página com novas aventuras dos três. Fui alfabetizada pelo método global e gostei muito.
quarta-feira, 23 de maio de 2007
"Freud explica..."
Na
realidade, Bea chamava a atenção, parece-me, de algumas de nós que estaríamos utilizando a expressão para tentar justificar motivos de atrasos... (não me recordo bem, infelizmente não estou mais com o e-mail)Fiquei pensando nesta disciplina e em quanto o seu conteúdo tem nos absorvido. É inegavel que Freud, através de Luciane, Maura e Fernanda, tem povoado nossos pensamentos, ações e reflexões. "Ponto para as responsáveis por isso". Desde o início da Disciplina achei o volume da textos assustador. Mas acredito ser necessário colocar outras questões. Temos pouco tempo para a Disciplina pois, atendendo a uma solicitação nossa, o Curso disponibilizou três disciplinas inicialmente e, após o encerramento de Alfabetização e Psicologia, mais duas. De início, adorei a idéia. Atualmente, reformulo minha opinião: acredito que seria bem melhor termos mais tempo, mesmo com cinco disciplinas, para realizarmos as leituras, nos apropriarmos do conteúdo e executarmos as tarefas. Mas o interessante é que, mesmo nesta correria, tenho muito prazer com o que leio e, embora resmungando algumas vezes, acho as propostas de atividades bem planejadas e muito focadas no objetivo de fazer com que o grupo reflita e relacione com sua prática.
Outro fator que, certamente, faz a diferença é o retorno quase que imediato de professora e tutoras demonstrando "sintonia", atenção e paixão pelo que fazem.
Estive, por um período mais cansada, mais gripada, mais afastada, mais entediada e...mais chata! argh! Mas isso não se deve a esta ou àquela disciplina e sim, a um somatório de questões. Vou achar legal muitas coisas, reclamar de outras mas...vou em frente. Com ajuda de colegas, amigas, professoras, tutoras, marido, gato, cachorro e papagaio....
Ah, e falando em "Freud explica" tenho relembrado dos meus tempos de assessoria e de encontros com algumas lideranças comunitárias, com creches de bairros, relações, finalidades da Educação, pessoas bem-intencionadas e pessoas equivocadas... Tenho relembrado bastante. Mas isso é outro assunto...
domingo, 20 de maio de 2007
Bruna e Carol
Em minhas "andanças" pelo Youtube encontrei algumas músicas do Grupo Palavra Cantada. Eles estiveram, no ano passado, na Reitoria da Ufrgs. Meus alunos e eu fomos assistir e adoramos.
Ouvindo novamente e assistindo ao vídeo lembrei de duas amiguinhas: Bruna e Carol. Bruna, com toda a graça do imaginário infantil, pensa que eu moro no computador de sua casa pois, fala comigo pelo Skype e observa atentamente as conversas que eu e sua mãe temos, noites afora.
Já a Carol, sabe que o computador é o nosso meio e utiliza o Skype e e-mails com segurança. Também conversamos pelo bate-papo. Carol acompanha os progressos de sua mãe e fica feliz de participar, de alguma forma.
Duas meninas, idades diferentes e ambas muito queridas. Quando suas mães estiverem se formando, com certeza, as duas de certa forma, também estarão.
Mimosas! Beijocas!
terça-feira, 15 de maio de 2007
Cansada...

domingo, 6 de maio de 2007
Só mais essa...
Putz... seria uma simples febre ou... Já posso considerar como Síndrome de Youtube? De qualquer forma, acho liiiiindo!
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Minha semana termina e começa aqui!
Na verdade, foi um período atípico. Já acordava cansada, sentindo a falta de horas de sono e de tempos mais amenos. Uma semana corrida, onde fiquei muito atrelada a prazos, leituras, relógio. Não que isso quarta-feira, 2 de maio de 2007
Cansaço e correria
domingo, 29 de abril de 2007
sábado, 21 de abril de 2007
Pbwiki
domingo, 8 de abril de 2007
AQUELA PERNA DO ANDY GARCIA OU ENCOURAÇADO POTENKIN

sábado, 7 de abril de 2007
sábado, 30 de dezembro de 2006
sexta-feira, 29 de dezembro de 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
ECS 10 - FINAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA A DISTÂNCIA
ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ESCOLA, CULTURA E SOCIEDADE
PÓLO DE ALVORADA
PROFESSORA VERA CORAZZA
A oportunidade de refletirmos sobre nosso cotidiano e sobre nossa prática, através dos pensamentos de Paulo Freire é essencial. Através de sua leitura percebemos como é complexa nossa tarefa.
Dentro do contexto em que vivemos, observando as desigualdades existentes, acompanhando a trajetória de políticos, por nós eleitos, surge a necessidade de, cada vez mais, trabalharmos de forma que nossos alunos consigam refletir, agir com criticidade e autonomia.
Paulo Freire salienta que teoria e prática devem ser coerentes uma com a outra e que o professor é referência e influência, para seus alunos. O processo educativo, muitas vezes, através de quem o conduz, torna-se um instrumento de dominação-submissão. Suas características mais visíveis são um controle rígido e autoritário e o descaso para com o diálogo entre todos os personagens deste processo.
Tenho a certeza que educar é um grande desafio. Na área em que atuo percebo a necessidade de diálogo e formação de maiores vínculos, principalmente, com as famílias.
Há algumas décadas, não enxergávamos pelas ruas pessoas cadeirantes, portadoras de deficiências, pessoas especiais com transtornos diferenciados. Portadores de Síndrome de Down eram os mais visíveis. Mas onde estavam os outros? Não existiam?
As outras pessoas especiais estavam em casa. Muitas, escondidas, muitas, abandonadas em instituições. Como circular por uma cidade despreparada para os cadeirantes, por exemplo? Como atravessar uma rua? Como entrar em um ônibus?
Há um ditado que diz que “quem não é visto, não é lembrado”. Infelizmente, se não lembrado, para alguns, deixa de existir.
Atualmente, as políticas públicas procuram através de leis e projetos contemplar as necessidades das pessoas especiais. Há um longo caminho a ser trilhado, mas algumas conquistas podem ser registradas.
Uma das primeiras coisas que fazemos é saber da história pessoal e clínica de nossos alunos e de seus familiares. Trabalhar com alunos que trazem comportamentos muito diferenciados e, por vezes, inesperados é uma grande escola para mim. Sinto a necessidade de romper os muros de nosso espaço educacional. Embora, em meu caso, a escola seja um ambiente maravilhoso, com espaço físico privilegiado, com salas de oficinas, computadores, diversos equipamentos no pátio e em salas percebo que precisamos sair. Pegar um ônibus, visitar museus, ir a shoppings, praças, visitar outras escolas, outras pessoas. E isso tenho feito com os meus alunos e com seus familiares.
Pessoas com Transtornos Globais de Desenvolvimento também precisam ser vistas, lembradas, pois existem, deixam sua marca na vida e têm a capacidade de tornar mais sensíveis, mais críticas e ,espero, muito mais amorosas, quem com elas, interaje.
Procuro fazer a minha parte e contribuir para que deixem a sua marca . Não é fácil e reconheço que muito tenho ainda que aprender e crescer como pessoa e profissional. Ah...mas estou no caminho!
Para finalizar (pelo menos esta tarefa) saliento que as leituras oportunizadas nesta atividade foram excelentes. Como já disse anteriormente, o que não gostei, neste caso, foi a proposta de trabalhar com a wikistórias. Achei confuso, exigiu muito mais tempo do que se pensava e frustrante na medida em que produções foram deletadas e precisávamos recorrer a auxílio, várias vezes, para realizar atividades diversas. Talvez uma atividade que não oferecesse uma multiplicidade de propostas, como essa, fosse mais apreciada e melhor realizada.
Entretanto, gostei muito de conversar na sala sobre EducaçãoEspecial.
Analisando mais um pouco, percebo que o conteúdo (as leituras ofertadas e as reflexões sobre) foi de extrema importância, para mim. Agora, sinto a necessidade de ler mais sobre alguns autores como Marx e Engels
Bem... É Natal, os sinos tocam e os anjos dizem “continue, continue, continue...” Amém.









