sábado, 23 de junho de 2007

O taxista, o sapateiro, o músico, o professor ou Paixão e Superação

Primeiro, o Professor:
Já que falamos em memória, fui buscar algumas lembranças relacionadas com meu contexto atual e com as propostas das novas disciplinas.
Esse cara , ao lado, foi quem, se não me engano em 1985, sugeriu que seus alunos assistissem ao filme Cabra Marcado para Morrer. Eu fazia parte daquela turma. Também foi através dele que tive o contato com o livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas. Luis Augusto Fischer é um Professor. Responsável, naquela época, pela disciplina Composição Literária, na Faculdade de Letras falava aos seus alunos demonstrando imensurável paixão pelo seu ofício. Não terminei a faculdade de Letras mas, recordo com carinho, das discussões em sala de aula, das sugestões para que nossos textos se qualificassem...

Pretendo alinhavar minhas lembranças e reflexões sobre o presente, através destas personagens/pessoas: professor, taxista, sapateiro e o músico. Por hora, é só.

“A Qualidade não está nas coisas nem nas pessoas, mas sim na relação entre elas”.Robert M. Pirsig, em Zen e a arte de manutenção de motocicletas



quinta-feira, 21 de junho de 2007

Memória e Infâncias




Iniciamos, no dia 20, duas novas disciplinas. Vamos refletir bastante sobre As Várias Infâncias, sobre História da Educação, sobre memória, registro, sobre nossos alunos, sobre nós e sobre nossa prática. Revi o maravilhoso curta a Invenção da Infância e, entre falas e reminiscências das colegas, relembrei parte de minha história. Trabalhamos (assessoria da SMED-POA) com este vídeo por mais de um ano, em escolas e creches comunitárias. Foi a partir dele que iniciamos o processo de construção do PPP dos estabelecimentos de ensino municipais e conveniados. Durante muitas noites, conversamos com comunidades, educadores, realizamos atividades, leituras, etc. Perguntas iniciais: O que é ser criança? O que é infância? Que infância nossas crianças (filhos,alunos) têm? Que infância queremos? O que podemos fazer?Estas questões norteavam nossas conversas com os pais, educadores e comunidade em geral.
Tenho muita coisa a lembrar, partilhar e refletir. Mas, por hora, trabalharei em doses homeopáticas... por exclusiva falta de tempo, frente à tela. Até dia 29, estou envolvida com outra atividade, à noite. Tempo curto, saudade imensa do computador e de todas as pessoas que se conectam comigo, quase que diariamente. Mas, em breve, retornarei ...



quarta-feira, 20 de junho de 2007

Finalmente!!!

Puxa! Que trabalhão! Desde anteontem, Daiane e eu tentávamos colocar este vídeo em meu blog e não conseguíamos! Não sei que mistérios aconteceram de anteontem para hoje mas, o fato é que consegui colar , facilmente, agora.

Quero escrever bem mais mas...por hora deixo um beijo de agradecimento para a Daiane e outro para a Íris, pois tenho a certeza de que ela, depois de meu relato na aula presencial, está pesquisando para descobrir o que aconteceu. Beijos. Por enquanto ouçam essa lindeza!!!

domingo, 3 de junho de 2007

Marcelo, Vera, Faísca o porquinho Babe e os analfabetos de coração



Eu simplesmente adorava a minha primeira série, meus colegas e a minha "Cartilha Marcelo, Vera e Faísca"! Aguardava com ansiedade o momento de desenhar e pintar a próxima página com novas aventuras dos três. Fui alfabetizada pelo método global e gostei muito.
Evidentemente, uma junção de fatores colaborou para que meu processo de alfabetização fosse tão prazeroso. Eu vinha de uma experiência não muito agradável na turma de jardim.
Minha professora era uma senhora rígida, que não manifestava tolerância com crianças aparentemente pobres e com suas famílias. Julgava-se superior a elas e, nas reuniões, minha mãe contava, dava quase toda a atenção à mãe que era irmã da diretora da escola. Bem, mas o fato é que essa professora me ajudou, de alguma forma.
Tínhamos, meus colegas e eu, a ingrata tarefa de decorar versos gigantescos para "exposição da nossa figura" em solenidades e eventos da escola. Todos achavam uma gracinha os "pequerruchos do jardim" enrolando a língua ao recitar versos sobre a Pátria, sobre as mães, os pais, a primavera, verão e tudo que nossa professora achasse importante. Argh! Evidentemente, nossa opinião não contava.
Lá em casa, minha mãe ficava angustiada ao perceber minha resistência em permanecer muito tempo repetindo os versos determinados pela professora. Da angústia ao sentimento de impotência era apenas uma lágrima das muitas que eu derramava por não poder ir brincar, naquele momento.
Depois das recitações, chegaram as "pecinhas da professora" onde os "pequerruchos do jardim" faziam todos rirem ao observá-los perdidos em um palco, tentando lembrar das falas e olhando para a expressão zangada da professora.
Dizem, que a pequerrucha de cachinhos pretos não era uma figurinha muito fácil de convencer: dava idéias para professora sobre as histórias que ela contava e dizia não gostar das pecinhas. Fugia do palco e, algumas vezes, era encontrada na biblioteca ou no gabinete dentário pois ela adorava a dentista.
Minha história no jardim encerrou bem antes de minha mãe receber o boletim (que tenho até hoje) com o conceito que chocou todos, em minha casa: "Regular em Dramatização"
Na verdade, terminou quando minha mãe decidiu dar "um basta" nas folhas de versos e falas de personagens. Foi até a escola e pediu que eu fosse liberada destas atividades, pois , para ela o mais importante era que eu brincasse, desenhasse, pintasse, soubesse ouvir e contar histórias. (nem preciso muito para saber que ela conversara com meu padrinho , antes do seu encontro com a professora) E o legal é que outras mães também foram, depois de algum tempo...
Enquanto tudo isso acontecia, lá em casa, eu mexia e brincava com os livros da biblioteca de meu padrinho, folheava revistas, ouvia atentamente histórias por ele contadas e observava o movimento de seu dedo sobre as páginas do livro....
Mas o fato é que minha mãe fora alertada, pela professora, de minha indisciplina e da , talvez, dificuldade que eu teria em me alfabetizar pois não permanecia muito tempo sentada, retrucava e "reinava" bastante.
Acho que essa professora, (que infelizmente, reencontrei na quarta série) funcionou como uma espécie de alavanca: eu era "regular" em dramatização? "pois vou ser muito boa nisso..."
Na chegada à primeira série encontrei um anjo disfarçado de jovem professora: muitas histórias, muitas risadas, muitas conversas de todos nós com quem nos ensinava. Tivemos muita sorte em um tempo e numa escola em que a regra era ser austero com os alunos.
Lembro da cartilha encapada por minha mãe com um plástico verde...dos pedacinhos de durex, que deixaram marcas no verso da capa e da contra-capa... dos lápis de cor espalhados pelo chão da sala, enquanto eu desenhava o Faísca correndo atrás do Marcelo.
Na primeira série, depois de algum tempo, a pequena de cachos não parava de soletrar em voz alta chamando a atenção e buscando elogios da profe. Tentando agradá-la procurou ler algumas palavras de um cartaz dos alunos maiores. E leu "futiferras" ao visualizar a palavra frutíferas.
Na saída, a professora, rindo, contou o equívoco ressaltando a importância de minha tentativa, de minha vontade de aprender e buscar soluções. Naquele dia, minha mãe voltou para casa inchada de tanto orgulho. Foi bom.
Mas, passados tantos anos, ainda relembro de minha professora-algoz, de minha querida professora alfabetizadora (lembro, inclusive de sua voz, de suas risadas...), do Marcelo, Vera e Faísca...
Ah! E se alguém ficar pensando... "mas onde está o Porquinho Babe e os analfabetos de coração", do título?














Quanto ao porquinho... quando comecei a escrever esta postagem, o filme "Babe, o porquinho..." passava na Tv. Gosto muito deste filme por motivos que não explicarei aqui. Mas enquanto escrevia, lembrava de outra situação mostrada anos atrás, no Fantástico: Em uma cidade do interior do Brasil a população, sempre na mesma época do ano, recolhe um filhotinho de porco. O bichinho é criado com todas as honras , passando alguns dias em cada casa do vilarejo, "trazendo sorte aos moradores". Passeia com as crianças, é afagado e acariciado por todos que desejam "ter uma vida próspera". Depois de meses, quando o bicho está enorme e já visitou todos os moradores, uma grande festa é realizada. Após uma missa na praça, alguns dos moradores matam e assam o porco que os acompanhou desde filhote. Quase em êxtase, os habitantes se acotovelam com seus pratos para conseguir uma fatia da carne suína...
Bom...aí, eu fico pensando em minhas duas professoras. Acho que a do jardim, se assistisse essa reportagem, talvez nem se abalasse. Já a minha professora de primeira série...nosssa! Acho, que, se assistiu, chorou bastante.
E, agora, será que preciso falar sobre quem são os "analfabetos de coração"?

quarta-feira, 23 de maio de 2007

"Freud explica..."

Confesso que achei muito engraçado o recadinho de nossa professora de Psicologia para nossa professora do Seminário Integrador: " Bea, deixa meus alunos exercitarem o Freud, tá?"
Na realidade, Bea chamava a atenção, parece-me, de algumas de nós que estaríamos utilizando a expressão para tentar justificar motivos de atrasos... (não me recordo bem, infelizmente não estou mais com o e-mail)
Fiquei pensando nesta disciplina e em quanto o seu conteúdo tem nos absorvido. É inegavel que Freud, através de Luciane, Maura e Fernanda, tem povoado nossos pensamentos, ações e reflexões. "Ponto para as responsáveis por isso". Desde o início da Disciplina achei o volume da textos assustador. Mas acredito ser necessário colocar outras questões. Temos pouco tempo para a Disciplina pois, atendendo a uma solicitação nossa, o Curso disponibilizou três disciplinas inicialmente e, após o encerramento de Alfabetização e Psicologia, mais duas. De início, adorei a idéia. Atualmente, reformulo minha opinião: acredito que seria bem melhor termos mais tempo, mesmo com cinco disciplinas, para realizarmos as leituras, nos apropriarmos do conteúdo e executarmos as tarefas. Mas o interessante é que, mesmo nesta correria, tenho muito prazer com o que leio e, embora resmungando algumas vezes, acho as propostas de atividades bem planejadas e muito focadas no objetivo de fazer com que o grupo reflita e relacione com sua prática.
Outro fator que, certamente, faz a diferença é o retorno quase que imediato de professora e tutoras demonstrando "sintonia", atenção e paixão pelo que fazem.
Estive, por um período mais cansada, mais gripada, mais afastada, mais entediada e...mais chata! argh! Mas isso não se deve a esta ou àquela disciplina e sim, a um somatório de questões. Vou achar legal muitas coisas, reclamar de outras mas...vou em frente. Com ajuda de colegas, amigas, professoras, tutoras, marido, gato, cachorro e papagaio....

Ah, e falando em "Freud explica" tenho relembrado dos meus tempos de assessoria e de encontros com algumas lideranças comunitárias, com creches de bairros, relações, finalidades da Educação, pessoas bem-intencionadas e pessoas equivocadas... Tenho relembrado bastante. Mas isso é outro assunto...

domingo, 20 de maio de 2007

Bruna e Carol

Em minhas "andanças" pelo Youtube encontrei algumas músicas do Grupo Palavra Cantada. Eles estiveram, no ano passado, na Reitoria da Ufrgs. Meus alunos e eu fomos assistir e adoramos.

Ouvindo novamente e assistindo ao vídeo lembrei de duas amiguinhas: Bruna e Carol. Bruna, com toda a graça do imaginário infantil, pensa que eu moro no computador de sua casa pois, fala comigo pelo Skype e observa atentamente as conversas que eu e sua mãe temos, noites afora.

Já a Carol, sabe que o computador é o nosso meio e utiliza o Skype e e-mails com segurança. Também conversamos pelo bate-papo. Carol acompanha os progressos de sua mãe e fica feliz de participar, de alguma forma.

Duas meninas, idades diferentes e ambas muito queridas. Quando suas mães estiverem se formando, com certeza, as duas de certa forma, também estarão.

Mimosas! Beijocas!

terça-feira, 15 de maio de 2007

Cansada...

Pois é... mesmo com dois dias de "desaparecimento" ainda continuo muito cansada. Como a maior parte do grupo, sei... O tempo está conspirando e brincando comigo. Estou mais atrapalhada, esquecida, mal-humorada, por vezes, com vontade de estar bem longe...
Mas tenho , apesar de tudo, meus pés bem fimes, no chão. Sei que vai passar, melhorar, voltar e "revoltar"... "Momentos, vizinha...", como diria minha mãe... "são só momentos..."

domingo, 6 de maio de 2007

Só mais essa...

Putz... seria uma simples febre ou... Já posso considerar como Síndrome de Youtube? De qualquer forma, acho liiiiindo!

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Minha semana termina e começa aqui!

Na verdade, foi um período atípico. Já acordava cansada, sentindo a falta de horas de sono e de tempos mais amenos. Uma semana corrida, onde fiquei muito atrelada a prazos, leituras, relógio. Não que isso
seja algo incomum mas, associado a outras questões, não me fez bem. Incomodada por não conseguir estar em dois lugares e, estando em um, pensava no outro... Impactada por algumas situações complicadas vividas na escola. Um dos cachorros doentes, marido gripado... Ah...sei lá!
O fato é que , ontem, na hora em que o grupo resolveu sair, demonstrando que "a aula acabara" eu fiquei rindo e pensando como seria bom se tívessemos um tempinho para ouvir uma música que nos fizesse felizes. Adoro Música!
O Lu é músico e trouxe à minha vida um sentimento rasgado de emoção ao ouvir certas vozes. Com ele aprendi a analisar um pouquinho mais os vocais, a adequação da postura, o entrosamento das pessoas que cantam em grupo. As semelhanças e diferenças....
Mas voltando a ontem à noite, ao chegar em casa preocupei-me em postar algo no blog. Postar, por postar, quase sem vontade. Do que eu iria falar? Do cansaço? Do ônibus que me deixou duas paradas adiante? Mas enfim...
Pois, hoje acordei e ouvi música . Enquanto escovava os dentes , o Lu ouvia Ana Carolina e Seu Jorge. Confesso que já conhecia esta música na voz de Simone (na versão brasileira) e a letra não me chamara tanto a atenção. Mas... a mesma letra nas vozes de Seu Jorge e Ana Carolina.... MINHA NOSSA! Então comecei a pensar em semelhanças, diferenças, parcerias que dão certo e elementos que fazem bem e curam nossa alma. Olha...acho que por mais que tente, não vou conseguir explicar o inexplicável...
Então, encerro dizendo que ouvir , ver e enxergar essas "duas vozes" me acalmou, acalentou meus pensamentos e fez, com certeza, sorrir a minha alma.
Deixo o link da postagem que fiz no wiki com o vídeo dos dois.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Cansaço e correria

Nestas últimas semanas iniciamos com as Disciplinas de Alfabetização e Psicologia. Muitas pessoas na sala, barulho, cansaço... O conteúdo é bem legal. As leituras também, embora em excesso, na minha opinião. Falei com Daiane pelo Skype e me diverti bastante com nossa conversa. Realmente, sem condições de postar mais nada, hoje. Correria, sempre. Cansaço, agora.

sábado, 21 de abril de 2007

Pbwiki

Todos os PBwikis educacionais agora estão livres de anúncios.O pessoal da infra-estrutura atendeu ao apelo dos educadores e está sempre melhorando este recurso que agora também conta com um editor muito prático.Como eles dizem, abrir um PBWiki é tão fácil quanto fazer um sanduiche de manteiga de amendoim.Ele oferece 10 MB de espaço e a boa nova é que estão oferecendo o dobro de espaço para quem tiver um PBWiki e resolver colocar a imagem com o link para o site deles, no seu blog, página web ou divulgar esta notícia em Newsletters. Promoção válida até 30 de abril.

domingo, 8 de abril de 2007

TRISTE PÁSCOA

Xirú 1996/2007

AQUELA PERNA DO ANDY GARCIA OU ENCOURAÇADO POTENKIN



Ah, tá certo... Assistimos, no pólo a uma das mais famosas cenas do filme Encouraçado Potenkin.
Entretanto, quando já estávamos em frente ao computador, fazendo nosso trabalho...enquanto a Bea vinha "nos provocar", rindo e dizendo que não registráramos "a coisa grande" que aparecia no início da cena...eu não conseguia deixar de lembrar de Andy Garcia, de Sean Connery e da cena(inspirada no filme Encouraçado Potenkin) da escadaria. Os Intocáveis!

Que a Bea e a Íris me perdoem mas lembrar daqueles dois "hombres" foi essencial! rs

No filme, que eu adoro, a cena mostra que são quase meia-noite. Em cinco minutos o trem para Miami vai partir. Kevin Kostner e Andy Garcia esperam prender o contador de Al Capone. Estão na escadaria da estação de trem. Kevin, que representa Elliot Ness, observa, tenso, a movimentação de uma mulher que tenta subir as escadas levando um bebê em um carrinho e algumas malas. Ansioso, resolve ajudá-la a subir pois, sabe que, em breve, o perigo se fará presente no local. Mas não consegue completamente pois é reconhecido por um dos capangas de Al Capone quando estava chegando com o carrinho na parte superior da escadaria. Kevin-Ness larga o carrinho e atira no mafioso para se defender. Neste momento começa a seqüência mais poderosa do filme: a descida do carrinho pelas escadas, o desespero da mãe, a corrida de Kevin-Ness pelos degraus, atirando nos outros capangas e tentando impedir que o carrinho fosse alvejado e ,finalmente, a aparição de Andy Garcia (o tira recrutado na academia de polícia, como o melhor atirador).

Andy Garcia se atira no chão, segura com uma das pernas o carrinho do bebê e mira na cabeça do mafioso que segura o refém. Não se mexe, fica estático salvando o bebê e preparado para a ação. Tudo isso sem deixar cair o chapéu!!!! "Jeeeeeeeesuíta!!!", como diz a filha da Kátia.... É evidente que Andy Garcia e Kevin Costner conseguem o que queriam. Bato palmas para Brian de Palma que dirigiu o filme. Bato palmas para todo o elenco, principalmente para Sean Connery, que eu acho o máximo. Agora, minha nossa... saio da cadeira, da frente do computador e bato palmas para a perna, o chapéu e para TODO o Andy Garcia!!! rs

A melhor coincidência é que ontem, no Telecine Cult, pude assistir a esse filme novamente. Depois do término, Lu, meu marido que também assistiu, comentava sobre a trilha sonora e sobre a seqüência da escadaria. Perguntou qual a melhor parte da seqüência, em minha opinião. Adivinhem qual a PER, PARTE que eu citei?

sábado, 7 de abril de 2007

VIDA NOVA

Feliz Páscoa! Que nossos filhos e alunos saibam respeitar todas as formas de vida.