terça-feira, 7 de setembro de 2010

PARTE DOIS



Inegavelmente, a música que me acompanhou no primeiro semestre do curso foi a trilha do filme Crash, no limite. Muitos semestres após eu teria a clareza de que elegia várias músicas para servirem como trilha sonora no blog ou em alguma disciplina em especial. A Música me conforta ou estimula. Escolher uma determinada canção se tornou tarefa indispensável para que minhas madrugadas fossem menos cansativas.

Particularmente, este vídeo, esta música foram especiais. Tive dificuldades em postá-lo no blog e, durante muito tempo, via skype, uma das tutoras me auxiliou. Quando obtivemos sucesso minha alegria era imensa.









Cada vez mais eu me encantava com o blog e o tornava meu território postando minhas reflexões, músicas e imagens de minha preferência. Então, surge a disciplina chamada ESC ( assim mesmo, sem nenhuma outra possibilidade de designação) e a "tentativa conspiratória" de "tomar o blog". A indicação para que usássemos este espaço como usávamos o webfólio do Rooda, postando atividades determinadas não foi bem aceita por mim. O que se tornara pessoal e reflexivo era invadido por questões, perguntas e indicações.





Nesse período a palavra "gincana" começou a se transformar em prenúncio de insatisfação. A partir dessa situação criei um outro blog chamado SÓ GUTERRES. ( e escolher esse nome utilizando meu sobrenome deu-me um prazer muito especial. rs)
Mas nem tudo é espinho em um cactus: as disciplinas de Seminário Integrador e , especialmente, as propostas trazidas por Escola, Projeto Pedagógico e Currículo demonstravam a organização e nível de excelência que eu viria a perseguir durante todo o curso.
Mas voltando à Música, percebo agora que, naquela época eu não tinha um olhar apurado para os clipes, para as melodias e letras. Simplesmente gostava, postava e pronto! Refletir sobre os motivos que me levaram à escolha daquele clipe e determinada canção era um exercício que seria feito bem mais tarde. Relacionar a música ao conteúdo de minhas postagens era um passo necessário para que minha capacidade de observação e análise se tornasse mais apurada.

Apesar de termos uma disciplina, em 2006, chamada de Tecnologias da Informação foi ao longo de todo o curso, de acordo com as necessidades surgidas que o domínio de diferentes Tecnologias e mídias se configurou. Desde o primeiro semestre, as professoras Íris e Bea muito auxiliaram também nesse aspecto. e aqui, ao falar nessas duas mestras relembro outra questão que me é muito importante...

2 comentários:

mauranunes.com disse...

O que era pessoal, tornou-se burocrático... E as reflexões, para onde iriam? Bia deu um jeitinho para mostrar suas aprendizagens! Bjs, Maura - tutora do SI

Beatriz disse...

Bia, percebes como se confirma nas tuas palavras que a aprendizagem só acontece quando dela precisamos? Por isso, não acredito em disciplinas de tecnologias e sim acredito nas tecnologias fazendo parte do coração da ação pedagógica. Ela não é paralela, transversal( como adoram essa linha!!)ou vertical. Ela está junto, contida em, fazendo parte e sendo parte... Por isso sempre está evoluindo, no sentido de uso mais qualificado, acompnhando a nossa qualificação. Quem propõe digitar poesias é porque tb só sabe isso sobre poesia. Não é assim?
Um bjo
Bea