
Bem...promessas à parte, tenho muita coisa para relembrar...
Se todo o curso fosse um TCC acredito que algumas das minhas palavras chaves seriam: evidências, argumentos, Projetos de Aprendizagem, CMap Tools, Stress, Distress, Eustresse, perguntas, cooperação, investigação, redes, Arquiteturas Pedagógicas e "olhos brilhando..."
Uma das propostas mais instigantes(adoro essa palavra) se refere à construção de nosso primeiro PA em grupo.
Depois do choque inicial causado pela Professora Íris ao relatar-me que já vira muitas vezes filhotes de pomba e que, por conseguinte , minha sugestão de aprofundarmos o que sabíamos sobre os bichinhos não renderia muito, busquei com meu grupo, outro tema. Na verdade, fomos encontradas por ele": estávamos estressadas e o próprio stress se transformou em nosso objeto de pesquisa. Foi muito bom!
Dúvidas, certezas provisórias... nosso trabalho gerou conhecimento, cooperação, conflitos e superação.
Hoje, quando falo ou ouço a palavra stress faço inúmeras associações que antes nem imaginava: cortisol, eustresse, distresse. O meu stress, agora, é carregado de significados e de conceitos entrelaçados em rede.
Diverti-me nos relatos do trabalho e reconheci o bom-humor como fundamental em minha vida. Bom humor é um excelente remédio.
O trabalho com mapas conceituais se instalou em minha rotina. Além da faculdade, é no planejamento de meu trabalho que o utilizo com frequência.
Se todo o curso fosse um TCC acredito que algumas das minhas palavras chaves seriam: evidências, argumentos, Projetos de Aprendizagem, CMap Tools, Stress, Distress, Eustresse, perguntas, cooperação, investigação, redes, Arquiteturas Pedagógicas e "olhos brilhando..."
Uma das propostas mais instigantes(adoro essa palavra) se refere à construção de nosso primeiro PA em grupo.
Depois do choque inicial causado pela Professora Íris ao relatar-me que já vira muitas vezes filhotes de pomba e que, por conseguinte , minha sugestão de aprofundarmos o que sabíamos sobre os bichinhos não renderia muito, busquei com meu grupo, outro tema. Na verdade, fomos encontradas por ele": estávamos estressadas e o próprio stress se transformou em nosso objeto de pesquisa. Foi muito bom!
Dúvidas, certezas provisórias... nosso trabalho gerou conhecimento, cooperação, conflitos e superação.
Hoje, quando falo ou ouço a palavra stress faço inúmeras associações que antes nem imaginava: cortisol, eustresse, distresse. O meu stress, agora, é carregado de significados e de conceitos entrelaçados em rede.
Diverti-me nos relatos do trabalho e reconheci o bom-humor como fundamental em minha vida. Bom humor é um excelente remédio.
O trabalho com mapas conceituais se instalou em minha rotina. Além da faculdade, é no planejamento de meu trabalho que o utilizo com frequência.
Através deste PA, entramos em contato com a Dra. Hilda Alevato que, gentilmente, respondeu-nos algumas questões sobre o tema estudado por nosso grupo. Ao final do email que nos enviou, a Dra Hilda relembrava Ligia Fagundes Teles: 
Além das propostas das Professoras Bea e Íris, as disciplinas de Ciências e Estudos Sociais muito me mobilizaram.
Em Estudos Sociais, cada atividade proposta , ao ser encerrada, deixava uma expectativa: "o que será de bom, que vem , agora?"
Será que não existem outras formas de percepção do EU e que podem se expressar em um “mero estar”, dispondo-se ao movimento do universo? Talvez seja isso que teus alunos querem nos mostrar. Porém, a escola, para construir esse conhecimento, esse currículo, criou um conceito de normalidade, excluindo tudo e todos que saem dos seus parâmetros de pretensa homogeneidade."
"Lendo teu trabalho me perguntei: e se o certo é o que consideramos errado? Concordo que Estudos Sociais tem que ter a temática da vida, o tempo e o espaço que é constituído e constituinte de cada sujeito que ali está. E creio que esse Estudos Sociais se expressa nas belas atividades que exemplificam a tua proposta: 1) o varal de fotos; 2) o grande calendário; 3) o dialogar com o silêncio e muito mais, suportar o silêncio. Bia, nos encontraremos mais adiante, na interdisciplina que discute as questões étnico-raciais, situação em que retomaremos novamente esse tema e, talvez, questionados por outras diferenças, ver como tudo isso se implica com os Estudos Sociais na escola."
(transcrito do webfólio de Estudos Sociais)
Que pena não tê-la reencontrado na outra disciplina...
Mas sua postura,suas propostas, seu diálogo e respeito com os alunos são inesquecíveis.
Em Ciências, durante algum tempo, dialoguei através de emails com o professor, que também gosta de Filosofia e de Música, sobre minha diferente realidade com alunos PNEE. Gostei.
Retomando minhas lembranças percebo o quanto estas 3 disciplinas, através de suas propostas e de seus professores foram importantes para mim. Em meu trabalho, buscava cada vez mais resignificar minha prática.
Naquele semestre, tive a impressão inicial de que , com certa surpresa, alguns professores percebiam que não só suas alunas deveriam resignificar sua prática a partir da vivência de seus grupos mas, também eles...a partir de uma diferente vivência de uma professora de Educação Especial..
Escrevi muito neste semestre e relembro, com carinho, da postagem Surfista de Pátios.
Diferentes disciplinas e professores...e eu conseguia enxergar relações entre as propostas e questionamentos.
E com certeza, uma coisa posso afirmar : Bea, Íris, Maria Aparecida, José, Eliane, Maura... todos eles tinham os olhos brilhando!
Em Estudos Sociais, cada atividade proposta , ao ser encerrada, deixava uma expectativa: "o que será de bom, que vem , agora?"
Será que não existem outras formas de percepção do EU e que podem se expressar em um “mero estar”, dispondo-se ao movimento do universo? Talvez seja isso que teus alunos querem nos mostrar. Porém, a escola, para construir esse conhecimento, esse currículo, criou um conceito de normalidade, excluindo tudo e todos que saem dos seus parâmetros de pretensa homogeneidade."
"Lendo teu trabalho me perguntei: e se o certo é o que consideramos errado? Concordo que Estudos Sociais tem que ter a temática da vida, o tempo e o espaço que é constituído e constituinte de cada sujeito que ali está. E creio que esse Estudos Sociais se expressa nas belas atividades que exemplificam a tua proposta: 1) o varal de fotos; 2) o grande calendário; 3) o dialogar com o silêncio e muito mais, suportar o silêncio. Bia, nos encontraremos mais adiante, na interdisciplina que discute as questões étnico-raciais, situação em que retomaremos novamente esse tema e, talvez, questionados por outras diferenças, ver como tudo isso se implica com os Estudos Sociais na escola."
(transcrito do webfólio de Estudos Sociais)
Que pena não tê-la reencontrado na outra disciplina...
Mas sua postura,suas propostas, seu diálogo e respeito com os alunos são inesquecíveis.
Em Ciências, durante algum tempo, dialoguei através de emails com o professor, que também gosta de Filosofia e de Música, sobre minha diferente realidade com alunos PNEE. Gostei.
Retomando minhas lembranças percebo o quanto estas 3 disciplinas, através de suas propostas e de seus professores foram importantes para mim. Em meu trabalho, buscava cada vez mais resignificar minha prática.Naquele semestre, tive a impressão inicial de que , com certa surpresa, alguns professores percebiam que não só suas alunas deveriam resignificar sua prática a partir da vivência de seus grupos mas, também eles...a partir de uma diferente vivência de uma professora de Educação Especial..
Escrevi muito neste semestre e relembro, com carinho, da postagem Surfista de Pátios.
Diferentes disciplinas e professores...e eu conseguia enxergar relações entre as propostas e questionamentos.
E com certeza, uma coisa posso afirmar : Bea, Íris, Maria Aparecida, José, Eliane, Maura... todos eles tinham os olhos brilhando!
Um comentário:
Bia querida! Viajo com todas estas lembranças! Realmente, foi um semestre em que todos nós aprendemos de forma especial. Entrar em contato com uma perspectiva em estudos sociais, matemática, ciências (especialmente esta, em que fui tutora junto ao querido prof Zeca)tão diferente, contextualizada e próxima da realidade foi muito mais do que todos podiam esperar! E que bom perceber o quanto foi significativo para ti, para tua formação pessoal e profissional Bia! Bjs, Maura - tutora do SI
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