segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
O VÔO DOS TURIXANTANS


domingo, 1 de novembro de 2009
Pequenos paraísos


sábado, 31 de outubro de 2009
Ampliando a rede

Em relação às leituras e bibliografia indicada estou me organizando pois o volume aumentou. Mas questões como a funcionalidade de uma equipe, diferença entre equipes e grupos, competências vêm ao encontro de algumas percepções e curiosidades "alimentadas" no Seminário Integrador.
Considero este semestre um interessante desafio. A "batalha" se trava entre a minha vontade de descobrir cada vez mais e os limites que meu corpo e mente impõem.
sábado, 24 de outubro de 2009
Os Galileus que leêm o mundo
Gosto muito de contá-la quando realizo oficinas com educadores. A conversa que surge, a partir do Galileu, sempre é muito boa.
A aula presencial, e me refiro exclusivamente à professora e a discussão proposta por ela, foi muito significativa.
Ao ouví-la, lembrava de uma de minhas alunas que tem uma ânsia de aprender admirável. E as leituras de mundo que começa a fazer emocionam suas professoras: minha colega Sílvia e eu. Fiquei pensando se estou, realmente, fazendo todo o possível para auxiliá-la ou posso conseguir mais...
E sabem de uma coisa? Acho que essa aluna merece que eu "consiga mais"...
Por hora, ofereço a leitura de Galileu para a professora Luciane e para todos os colegas e amigos que sabem que , muitas vezes, fazemos uma atuação bem melhor fora dos palcos que alguns procuram criar.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Para todos os 15!
Volta e meia retomo alguns vídeos e escritos de Paulo Freire. Se quero assistir a um depoimento apaixonado sobre seu ofício, geralmente, começo com ele.
"...antes da palavra o que a gente tem pra ler... é o mundo. A gente lê o mundo na medida em que o compreende e o interpreta..." (Paulo Freire)
Dinéia Hypólitto, em seu artigo O Professor Como Profissional Reflexivo, escreve:

Mas o que Paulo Freire, João Carlos Martins , Platão, as professoras Bea e Íris e a professora Hypólitto têm em comum?
Pois sobre isso, sobre as formas de aprender, de se interessar, de interrogar, de desacomodar, nossa dupla do Seminário Integrador tem sido incansável, não é?
sábado, 10 de outubro de 2009
Sobre os Jonas da vida

A primeira coisa a pensar é em qual contexto foi realizado esse filme. Em 1979, como a comunidade surda era vista e tratada? Que reflexos desta época podem ser percebidos?
Algumas coisas que chamam a atenção, de imediato:
· a crença, por parte de algumas pessoas de que Jonas era “retardado”. Surdez confundida com “atraso mental”.
· a idéia de institucionalizar (em clínicas) crianças especiais.
· a inabilidade dos pais em lidar com o filho diferente.
· após o aumento das dificuldades com o filho, o abandono, por parte do pai. (fato que até hoje é vivenciado por muitas famílias. Em minha escola, por exemplo, mais de 80% das famílias são constituídas pelo filho especial, sua mãe e irmãos , apenas).
· O desconforto frente a sociedade e o sentimento inexplicável de culpa, principalmente da mãe.
A primeira dificuldade de Jonas foi imposta por sua família, ao acreditar que necessitava ser institucionalizado como um menino portador de doença mental.
Com o seu retorno para casa podemos acompanhar a dificuldade dos pais em enxergar o filho como diferente e portador de necessidades especiais. Em nenhum momento há a tentativa de entender como Jonas pensa, o que pensa, o que deseja e o que recusa
No próprio filme, apenas na chegada em sua casa e recepção por parte de familiares, é possível “enxergar/ouvir” sob o ponto de vista do menino. Durante o desenrolar da trama é a tentativa e superação da mãe que é salientada. É através da mudança de postura da mesma que Jonas se beneficia, saindo de uma escola com ênfase em condicionamento e exercícios para aquisição de fala, para uma nova possibilidade através do prazer, da busca e da linguagem de sinais.
O avô era o único personagem que, desde o início, não demonstrou nenhum problema na compreensão e relação com Jonas. Sua linguagem era bem mais simples e espontânea: baseada no amor, no respeito e na isenção de cobranças.
Na verdade, o problema não estava
Talvez essa história fosse um pouco diferente, se vivenciada nos dias de hoje em uma capital de nosso país. Talvez a mobilização da comunidade surda, a sua força em relação ao direito de exercer sua cidadania seja um diferencial em relação àquela época retratada no filme. Ou, não. Ainda há muita gente, por aí, que precisa se alfabetizar integralmente...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Aceito!
- Fórum como possibilidade de repensar o trabalho, a prática de cada um;
- Fórum se constituindo como espaço de desabafo;
- Lugar de desabafo poderia ser mais específico;
- Um lugar sugerido seria um wiki criado para este fim
- A lista (da UFRGS, um espaço acadêmico, para trocas acadêmicas) não se constitui para este fim e, sim, para fins de "dificuldades do curso".


domingo, 27 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
EJA
A segunda parte, disponibilizei no Fórum da disciplina, com a ajuda da amiga Kátia Diehl. A primeira, como havia prometido, no fórum, está aqui.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Premonição, "crônica de uma morte anunciada" ou, infelizmente, "de novo, não!"

Já naquele período que chamamos de férias, fiquei surpresa e intrigada. Mas, como boa curiosa que sou, resolvi esperar pra ver...
Acho que estou vendo.
Há alguns semestres atrás escrevi em meu webfólio o seguinte:
"Quanto à generosidade, posso dizer “pensar que , enquanto professor, minha disciplina, matéria ou conteúdo merece toda a atenção e espaço é um equívoco”. Somos generosos ao enxergarmos nossos colegas, quando cedemos espaço para que também consigam atuar e tempo para executar..."
O tempo passa e algumas situações voltam em embalagens diferentes.
Pois é...acho que alguns de nossos mestres, por vezes, esquecem que não os únicos, que sua disciplina, embora maravilhosa, envolvente, com atividades planejadas com carinho (ou, não) NÃO É A ÚNICA!
Fico surpresa ao constatar que ainda temos disciplinas que planejam um grande volume de atividades de tal forma que , em muitos momentos, quase não conseguimos realizar outras propostas , tal o envolvimento necessário para realizar uma atividade apenas. E, quando mal estamos ou ainda não terminamos (dentro do prazo) de postar...Surpresa! Novas atividades chegam.
Considero isso, no mínimo , uma indelicadeza com outras disciplinas e uma aparente incapacidade de trabalhar em grupo. Para fazê-lo é preciso se dar conta que não somos as únicas, que existem outras pessoas-disciplinas que merecem e solicitam atenção e acompanhamento por parte dos alunos..
Espero, realmente, que ao término deste semestre eu possa escrever sobre a disciplina de EJA com carinho, atenção e salientando todos os aspectos positivos.
domingo, 6 de setembro de 2009
Como você sabe?
Iniciamos o semestre com as propostas do Seminário Integrador referentes a descobertas através da análise de um saco de lixo e de planejamento de mobiliar uma casa através de informações oferecidas e de um limite de valor. Não estive na aula presencial, mas a questão me interessou bastante, principalmente a que se referia ao que fora encontrado no saco de lixo.
Já faz algum tempo que acompanho às séries de CSI (Miami, Las Vegas...) e, também, Criminal Minds. A análise de locais de crimes e do funcionamento da mente de criminosos é enfocada nestas séries. Seus personagens principais resolvem os desafios impostos através da associação de excelentes recursos tecnológicos e um profundo conhecimento sobre o foco de seu trabalho.
Antes mesmo do PEAD eu já ouvia com frequência a palavra "evidências". No meu dia a dia, algumas vezes, brincava com a possibilidade de descobrir algo através das evidências. Foi através delas que descobri qual a colega que comia em horário diferente do restante da escola, ou seja, antes ou depois do recreio, e não limpava seus farelos. (analisando o tipo de farelos, com que frequência surgiam, relacionando horários de especializadas, datas...) Nossa! Eu me tornara uma importante detetive! Em outra acasião, por conta do arrombamento de uma sala do anexo da escola, enquanto um grupo se mantinha na sala de reuniões conjecturando sobre o fato, fui a única a ir até o anexo, observar a porta, olhar o chão, verificar que as funcionárias da limpeza já haviam varrido o local (afinal, nada seria feito. A guarda apenas registraria o arrombamento e conversaria com a direção), observar a cena toda e imaginar de onde tinha ou tinham vindo. E com a descoberta de uma pegada grande de tênis, próximo ao muro eu me sentira uma CSI! Enquanto voltava ao outro anexo eu pensava que , embora de nada adiantasse o que eu observara, minha postura havia mudado. Em lugar do medo e especulação, a curiosidade e ingênua busca de evidências que confirmassem alguma teoria. Enquanto pensava isso veio a idéia "Bah, eu deveria ter fotografado..."
Alguém já não perguntou "Como você sabe? Como descobriu?"
Acredito que, em muitos momentos, olhamos um filme, acompanhamos o seu desenrolar sem nos preocuparmos em, juntamente com os personagens principais, solucionarmos a questão.
Olhamos, mas não enxergamos. É mais fácil ficarmos curiosos e à espera do resultado.
E o "palpite" de quem diz "foi ele", "fez assim..." pode ser a análise mais apurada de uma ou mais cenas, da relação feita entre fatos e locais apresentados.
Se olharmos a cena abaixo, o que poderíamos concluir?

Bem, o fato é que nós e nossos alunos , mesmo não sendo agentes de um CSI, podemos utilizar a observação, os questionamentos, a busca de evidências que auxiliem e comprovem nossos argumentos, em nossas vidas.
Se você é um leitor, se gosta de escrever e tem um certo "carinho" pelas palavras pode identificar padrões de escrita. Você pode, depois de algum tempo, perceber que naquele blog, aquele post não foi escrito por quem assina, por exemplo. A linguagem diferente, as palavras utilizadas, as construçõs frasais podem ser indícios de uma nova participação.
Dizem que, geralmente, sabemos quando um de nossos alunos usa de subterfúgios, não é?
Neste exato momento, partilho uma de minhas leituras, que é sobre criatividade e pensamento divergente. Também posso afirmar que estaremos enfocando, de alguma forma, estes temas.
Compartilho mais, ao anexar esta frase escrita por uma de nossas professoras, em algum lugar:
"A atitude investigativa inclui por em duvida os preconceitos e o conhecimento anterior para construir um novo conceito, mais próximo do momento em que se está."
Como eu afirmo que trabalharemos com este foco? Como eu afirmo que a frase acima é da nossa querida professora Bea?
Observação e leitura.
sábado, 5 de setembro de 2009
Voltando
Se eu estava com alguma dificuldade de colocar meus dois pés neste semestre, com certeza, o email enviado pela professora Bea deu o "empurrão necessário": é hora de recomeçar.Paradoxalmente, ainda não me desligara totalmente de um semestre que eu tanto desejara que acabasse. Mas lembrarei daquele período, principalmente, através do saldo positivo : das aulas de Psicologia, Seminário e das excelentes proposições de Filosofia. O restante... acabou, felizmente.
Ainda não fui ao Pólo, mas estou atenta ao que acontece e ao que se propõe. O reinício no blog, com postagens significativas ainda não se efetivou, reconheço.
Estou aqui, não tão explícita quanto antes: apenas mais reflexiva e, "aos costumes", muito observadora através do que leio. O semestre começou. Estou voltando...
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Blog do presidente?
27/08 - 00:01hs
Mesmo sem ainda ir ao ar, blog de Lula já recebe críticas
Tentando declaradamente seguir os passos do presidente dos EUA, Barack Obama, o Blog do Planalto, que pretende contar o dia a dia da Presidência da República, deve estrear na próxima segunda, dia 31. Ninguém no governo comenta oficialmente o assunto, mas sabe-se que está tudo pronto: do layout à equipe de cinco pessoas, entre jornalistas e técnicos, que tocará o blog - o próprio Lula não postará.
Agência Estado
Por Rodrigo Martins, colaborou Ana Freitas São Paulo, (AE)
Mesmo antes do lançamento, o blog já recebe críticas. Se quando era candidato, Barack Obama abusou das redes sociais. Ao assumir o cargo, passou a gravar vídeos semanais, colocar todo o conteúdo disponível para republicação e tornar disponíveis todas as leis propostas cinco dias antes de serem sancionadas. E abriu um canal para a população dizer o que achava.
Todo o portal da Casa Branca foi modificado. No caso do Lula, só o blog será lançado. O site da Presidência continua o mesmo. "Parece ‘forçação’ de barra", opina a pesquisadora em mídia social da PUC-RS Ana Maria Brambilla. "É uma ação tardia, seguindo o monte de políticos que foram para a web agora."
A ideia é chegar aos mais jovens, afirmaram os responsáveis no anúncio, em junho, durante o Fórum de Software Livre. "Percebemos que há muitas pessoas, principalmente os jovens, que se informam só por blogs", disse o coordenador, Nelson Breve. A questão é que nem só jovens leem blogs. "E só serão atingidos jovens escolarizados que acessam a web. Muitos ficam de fora", diz o blogueiro Tiago Dória.
No blog, apenas o Planalto falará. As pessoas não poderão comentar. Será uma comunicação de mão única e oficial sem a possibilidade de resposta, característica forte dos blogs (aí há uma semelhança com o blog da Casa Branca, que também não permite comentários). "É até compreensível não ter comentário por deixar o blog vulnerável. Mas o blog existe pela conversa. Sem ela, perde-se o sabor", diz o blogueiro Juliano Spyer. A justificativa do governo é que "não há pessoal disponível para moderar comentários".
Outra questão é o próprio conteúdo. "É importante que o Lula apareça pelo menos duas vezes por semana no blog. Pode ser por vídeo", diz o blogueiro Alexandre Inagaki. "E o conteúdo não pode ser propaganda. É preciso transparência, informações úteis. Se o Lula não é o blogueiro, é preciso saber quem bloga", completa Dória.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Roubaram alguma coisa de alguém, em algum lugar...

segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Sobre pandemia, gripe...
sábado, 8 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
"Mostremos valor constância..."

Que aqueles que envergonham nosso Estado, nossa vida, sejam merecidamente punidos.
Do Blog RS URGENTE:
Quando, em 5 de março deste ano, este blog apresentou uma catastrófica previsão do tempo na política gaúcha, é porque já naquele momento estava formada a convicção de que a máfia que roubara 44 milhões do Detran, havia deixado rastros muito salientes pelo caminho.
Precisamente às 15h52min de hoje, 5 de agosto, o procurador federal Fredi Wagner se encarregou de comprovar aquela previsão: Yeda Rorato Crusius foi formalmente acusada de ter participado do roubo do Detran. Por razões de sigilo jurídico, o procurador não disse se Yeda operou a fraude, se ela intermediou a fraude, ou se ela ficou com dinheiro da fraude. Mas uma, ou duas, ou três dessas coisas, isso ela fez, afirmou o procurador que, por isso, pediu à Justiça que decrete o afastamento da governadora do cargo.
Nunca, antes, na história política do Rio Grande do Sul, houve qualquer coisa parecida. É a maior crise institucional de que se tem notícia no Estado. E não só porque a governadora é ré de uma ação de improbidade. Mas, também, porque seu marido, Carlos Crusius, é acusado da mesma coisa. E não só ele. Ainda o ex-Secretário Geral de Governo de Yeda, Delson Martini. E o ex-Chefe da Casa Civil de Yeda e ex-presidente do PMDB de Porto Alegre, deputado Luiz Fernando Zachia. E dois ex-presidentes da Assembleia Legislativa, deputados do PP, José Otávio Germano e Frederido Antunes, todos da base aliada da governadora. Como se não bastasse, também o ex-tesoureiro de campanha de Yeda, Rubens Bordini que hoje ocupa a vice-presidência do Banrisul no governo dela e a assessora mais próxima da governadora, seu braço-direito, Walna Vilarins Meneses foram formalmente acusados.
Toda esta gente está acusada oficialmente de ter mandado às favas a integridade, a honestidade, a honradez, a retidão e a justiça. Sim, ser probo é ser isto: íntegro, honesto, reto e justo. E a acusação que pesa sobre eles é de Improbidade. O tempo, definitivamente, fechou. E aqueles gaúchos que, por ventura, se sentirem envergonhados por tudo o que está acontecendo, que lembrem das palavras do procurador Ivan Marx ditas hoje ao justificar a ação do Ministério Público: “O povo tem direito à verdade. E que a impressão não seja de desamparo, mas de um Estado melhor”. (Maneco)





