segunda-feira, 8 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Link Poético

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Ensaiando
Biscoito, Richard, Ling, a participação interrompida (que pena!) de Robert Downey Jr?
Fico pensando no criador da série... se não me engano, um advogado. Que cara... rs
E a dança do Jonh, incorporando Barry White, então?
Tem gente que assiste e enxerga uma comédia apenas. Mas há muito mais sutilezas do que alguns pensam. Como não pensar no final do episódio de aniver de Ally onde , mesmo tendo o que sempre desejou (amor, amigos, celebração), se descobre absolutamente só?
Pois é a partir desse final que, um dia talvez, eu volte a falar da série que eu tanto gosto...
Por enquanto...
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Austrália em Áries


Nascido na Austrália, em 7 de abril, Russell Crowe estrelou vários filmes. Entre eles, o sucesso O Gladiador.
Sempre vou lembrar da descrição emocionada, de uma colega, dos momentos finais do filme Gladiador. Ela conta que se imaginava na Arena e sentia a vibração dos romanos... que chorava copiosamente no cinema ao perceber a grandiosidade das cenas apresentadas.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Música e Letra
Uma pessoa cantarolou parte de uma música perto de mim e ,como uma esponja, absorvi a melodia que me acompanha há um tempo. Cantarolei para o Lu, tentando descobrir, com sua ajuda, qual o nome da composição. Frustrada, descobri que estava "semitonando" e, ao contrário do que imaginava, não conseguia me fazer compreender.
Com meu orgulho desafiado, recorri à minha coringa: Adi. Quando ninguém compreende meu cantarolar, ninguém lembra da música, letra ou clipe, recorro ao "batfoneadi". Telefono e peço: "Adi, que música é essa?" Ela sempre descobre.
Pois com a ajuda dela e do Lu (que conseguiu, na sequencia, identificar e tocou a melodia no violão, para que ouvisse no telefone) redescobri o grupo Vaya Con Dios.
Assisti a vários clipes e escolhi um para postar. A música é linda, na voz de quem a canta e com os arranjos que acompanham. Entretanto, considero a letra um caos. Que pena...
Isto me faz pensar em uma palavra, algumas situações e deduções...
Lembrei-me de uma música que conheci através de um email que recebi. Na época, fixei-me na mensagem criada e não na letra da música. Reenviei para muitos amigos como votos de Natal. Só muito tempo depois, resolvi ler a sua tradução.
Olhe o clipe da música e, só a partir dele, tente imaginar que conceitos nos são trazidos...
Pois é...
Fosse eu, jamais conseguiria associar essa letra a uma mensagem de otimismo .
Adorei o trabalho realizado pela agência de publicidade responsável pela montagem das imagens, associados ao texto. Mas hoje, apesar de achar muito bonita, não a repasso mais com esta música.
Interessante...
De qualquer forma, pela última vez, aqui vai : "Aprendizado"
Bah... e nem era sobre isso que eu iria escrever...
Mas acho que a questão das "embalagens", dos "conteúdos", de equívocos que a vida nos proporciona e de como reagimos a eles, está presente, ainda que de forma mais sutil...
Pra ser mais explícita, volto outra hora. Agora, vou tomar um sorvete. Bye
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Saudades
Pois, agora, estou assim: com saudades das pessoas que ainda não conheci, das coisas que ainda não produzi, de tudo que ainda não partilhei...estou com saudades de mim.
Sinto saudades da bela música que não escutei e daqueles que ainda não reencontrei... Sinto muitas saudades de tudo aquilo que vou fazer e, também, pelo agora, de tudo que eu me descobri ser.
Sou fora de mim, parte incompleta que busca caminhar ereta.
domingo, 17 de janeiro de 2010

No início deste ano o cachorrinho que foi cuidado por algumas professoras e funcionárias da escola, por alguns alunos e por mim, desapareceu.
Bob foi tema de um trabalho realizado pela professora de Ed. Ambiental e, claro, por minha turma . Trabalho este que, certamente, não poderia ser realizado por algumas pessoas devido a sua delicadeza e fundamento: estávamos tratando com uma vida. Não humana, é verdade, mas , indiscutivelmente , uma vida. E infelizmente, convivemos com pessoas que acreditam que um carro, uma roupa ou uma viagem são superiores a sentimentos relacionados com vidas não humanas. A incompreensão e ignorância geram a ironia e, por vezes, o desrespeito. Por outro lado, também muita pena por parte de quem consegue fazer esta leitura.
O fato mais importante, entretanto, é que denúncias indicam que nosso mascote foi roubado. Atualmente, depois de registro de BO, de cartazes espalhados pela região e até de notícia veículada no jornal, aguardamos informações e a volta de nosso Bob.
Sua chegada na escola provocou algumas mudanças que não foram percebidas pela maioria. Graças a ele pude enxergar melhor algumas pessoas e situações. Graças a ele, aproximamo-nos de outras pessoas e descobrimos quão belas e corajosas sabem ser,principalmente, no silêncio.
A história de Bob não tem um final. Está na parte das reticências. Mas em breve, poderei escrever mais sobre o que ele provocou e ainda provoca em certas pessoas...
Salve o cachorrinho que nos presenteou com amor, alegria e gratidão! Que ele esteja bem e que possamos nos reencontrar um dia!
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Feliz Natal
Que todos nós façamos a diferença, contribuindo para um mundo bem melhor!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Pra me deixar feliz

Sempre será o meu melhor presente um cachorro ou gato abandonados. Entretanto, não há mais espaço físico para novos filhotes , em minha casa, nem no espaço que eu e Lu alugamos para nossos filhotes de grande porte. Sabendo disso e observando minhas últimas semanas de exames, fisio, acupuntura e dor meu marido pensou em me dar um melhor presente de brincadeira. Ganhei Caco, fiquei feliz e esqueci de meus últimos incômodos. (sinal de que quase tudo é passageiro).
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Arquitetando

Como a colega Luciene relatou em seu blog, com a proposta de trabalho com as Arquiteturas Pedagógicas, por parte do Seminário Integrador, tivemos a possibilidade de iniciar um trabalho cooperativo.
No Victor Issler temos uma dupla querida. No Lucena, temos o nosso querido Bob.
Antes mesmo de nossa organização para as Arquiteturas, Bob já estava em nossa escola provocando reações diversas.
Sua permanência conosco, até este momento, é uma conquista de todas as pessoas que gostam, respeitam e valorizam os animais. É uma conquista de professores, funcionários e de sensiveis diretora e coordenadora. Sobretudo , é uma conquista de alunos de uma turma e do trabalho realizado.
As histórias das Escolas Victor, Lucena e Roque vão se entrelaçar... aguardem.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
O VÔO DOS TURIXANTANS


domingo, 1 de novembro de 2009
Pequenos paraísos


sábado, 31 de outubro de 2009
Ampliando a rede

Em relação às leituras e bibliografia indicada estou me organizando pois o volume aumentou. Mas questões como a funcionalidade de uma equipe, diferença entre equipes e grupos, competências vêm ao encontro de algumas percepções e curiosidades "alimentadas" no Seminário Integrador.
Considero este semestre um interessante desafio. A "batalha" se trava entre a minha vontade de descobrir cada vez mais e os limites que meu corpo e mente impõem.
sábado, 24 de outubro de 2009
Os Galileus que leêm o mundo
Gosto muito de contá-la quando realizo oficinas com educadores. A conversa que surge, a partir do Galileu, sempre é muito boa.
A aula presencial, e me refiro exclusivamente à professora e a discussão proposta por ela, foi muito significativa.
Ao ouví-la, lembrava de uma de minhas alunas que tem uma ânsia de aprender admirável. E as leituras de mundo que começa a fazer emocionam suas professoras: minha colega Sílvia e eu. Fiquei pensando se estou, realmente, fazendo todo o possível para auxiliá-la ou posso conseguir mais...
E sabem de uma coisa? Acho que essa aluna merece que eu "consiga mais"...
Por hora, ofereço a leitura de Galileu para a professora Luciane e para todos os colegas e amigos que sabem que , muitas vezes, fazemos uma atuação bem melhor fora dos palcos que alguns procuram criar.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
domingo, 11 de outubro de 2009
Para todos os 15!
Volta e meia retomo alguns vídeos e escritos de Paulo Freire. Se quero assistir a um depoimento apaixonado sobre seu ofício, geralmente, começo com ele.
"...antes da palavra o que a gente tem pra ler... é o mundo. A gente lê o mundo na medida em que o compreende e o interpreta..." (Paulo Freire)
Dinéia Hypólitto, em seu artigo O Professor Como Profissional Reflexivo, escreve:

Mas o que Paulo Freire, João Carlos Martins , Platão, as professoras Bea e Íris e a professora Hypólitto têm em comum?
Pois sobre isso, sobre as formas de aprender, de se interessar, de interrogar, de desacomodar, nossa dupla do Seminário Integrador tem sido incansável, não é?
sábado, 10 de outubro de 2009
Sobre os Jonas da vida

A primeira coisa a pensar é em qual contexto foi realizado esse filme. Em 1979, como a comunidade surda era vista e tratada? Que reflexos desta época podem ser percebidos?
Algumas coisas que chamam a atenção, de imediato:
· a crença, por parte de algumas pessoas de que Jonas era “retardado”. Surdez confundida com “atraso mental”.
· a idéia de institucionalizar (em clínicas) crianças especiais.
· a inabilidade dos pais em lidar com o filho diferente.
· após o aumento das dificuldades com o filho, o abandono, por parte do pai. (fato que até hoje é vivenciado por muitas famílias. Em minha escola, por exemplo, mais de 80% das famílias são constituídas pelo filho especial, sua mãe e irmãos , apenas).
· O desconforto frente a sociedade e o sentimento inexplicável de culpa, principalmente da mãe.
A primeira dificuldade de Jonas foi imposta por sua família, ao acreditar que necessitava ser institucionalizado como um menino portador de doença mental.
Com o seu retorno para casa podemos acompanhar a dificuldade dos pais em enxergar o filho como diferente e portador de necessidades especiais. Em nenhum momento há a tentativa de entender como Jonas pensa, o que pensa, o que deseja e o que recusa
No próprio filme, apenas na chegada em sua casa e recepção por parte de familiares, é possível “enxergar/ouvir” sob o ponto de vista do menino. Durante o desenrolar da trama é a tentativa e superação da mãe que é salientada. É através da mudança de postura da mesma que Jonas se beneficia, saindo de uma escola com ênfase em condicionamento e exercícios para aquisição de fala, para uma nova possibilidade através do prazer, da busca e da linguagem de sinais.
O avô era o único personagem que, desde o início, não demonstrou nenhum problema na compreensão e relação com Jonas. Sua linguagem era bem mais simples e espontânea: baseada no amor, no respeito e na isenção de cobranças.
Na verdade, o problema não estava
Talvez essa história fosse um pouco diferente, se vivenciada nos dias de hoje em uma capital de nosso país. Talvez a mobilização da comunidade surda, a sua força em relação ao direito de exercer sua cidadania seja um diferencial em relação àquela época retratada no filme. Ou, não. Ainda há muita gente, por aí, que precisa se alfabetizar integralmente...



